Francisco Martins Rodrigues
Política Operária n.º 5, Maio-Junho 1986
O morticínio ocorrido no Camboja sob o regime dos “khmers vermelhos” correu mundo como um exemplo terrificante do que são capazes os comunistas quando deixados à solta.
Francisco Martins Rodrigues
Política Operária n.º 5, Maio-Junho 1986
O morticínio ocorrido no Camboja sob o regime dos “khmers vermelhos” correu mundo como um exemplo terrificante do que são capazes os comunistas quando deixados à solta.
Francisco Martins Rodrigues
Política Operária n.º 4, Mar-Abril 1986
“ENVER HOXHA — bandeira de luta pela liberdade e pelo socialismo”(Conferência Nacional, 15-16 de Outubro de 1985). Tirana, 1985, 191 páginas (edição em espanhol).
A FIGURA de Enver Hoxha é uma das mais ricas da geração de chefes revolucionários produzidos pela Internacional Comunista e pelos combates da II Guerra Mundial. Não como ideólogo mas como político, comandante militar e organizador da revolução albanesa.
Francisco Martins Rodrigues
Política Operária n.º 4, Mar-Abril 1986
Com a malograda campanha pela eleição dum presidente eanista, o PCP comemorou da pior forma meio século de luta pela unidade democrática. O mais duro para os adeptos de Cunhal não foi ter de engolir o voto em Soares mas ter visto desabar em semanas toda a estratégia de colagem ao eanismo. Mais um projecto unitário do partido a acabar em desilusão.

João Vilela
O desaparecimento das teses do VI Congresso da Internacional Comunista significou uma perda histórica para o movimento revolucionário aos mais variados títulos. Não seria possível elencar todos os aspectos em que tal perda se repercutiu. Um que é particularmente relevante é o da linha recta entre o pensamento reformismo e o fascismo.
A
Coincidindo com 41 aniversário da morte em combate de José Ramom Reboiras Noia conseramos necessário atualizar o imaginário do revolucionário galego.
Moncho foi um militante comunista e independentista integral. Reduzir a sua figura a simples dinamizador do associacionismo cultural e promotor dos germes do sindicalismo galego tem sido um engano constante do reformismo.
Segue um sumário da obra de Francisco Martins Rodrigues pela ordem em que foi aqui publicada. Será colocado um link permanente na Biblioteca.
Carlos Morais
Primeira Linha
As forças políticas da esquerda institucional galega continuam com a sua gira circense de verao: malabarismo, palhaços, acrobacia, contorcionismo, equilibrismo, monociclo, etc. O espetáculo do BNG e da Marea estám condicionados polos tempos políticos de Feijó.
Jorge Beinstein
Em fins de Maio, durante a reunião do G7, Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão, anunciou a proximidade de uma grande crise global [1] . O comentário mais divulgado pelos meios de comunicação foi que era um alarmismo exagerado, reflexo da situação difícil da economia japonesa. De qualquer modo, não faltam os que admitem a existência de perigos mas em geral atribuem-nos aos desequilíbrios financeiros da China, à recessão no Brasil ou às turbulências europeias. A situação nos Estados Unidos costuma merecer comentários prudentes, distantes de qualquer alarmismo. Apesar de o centro motor da última grande crise global (ano 2008) ter sido a explosão da bolha imobiliária estado-unidense, agora os peritos não percebem ali bolhas em plena expansão a ponto de estourar e sim tudo ao contrário: actividades financeiras, industriais e comerciais estagnadas, crescimentos anémicos e outros sinais aparentemente tranquilizantes que afastam a imagem de algum tipo de euforia descontrolada.
Francisco Martins Rodrigues
2003
É necessário entender o capitalismo contemporâneo com a cabeça aberta, sem os dogmas e estereótipos que geralmente marcam as pessoas que não gostam de encarar o novo.
Francisco Martins Rodrigues
Política Operária n.º 14, Mar-Abr 1998
Com a crítica à segunda parte do livro de Gorbatchov, intitulada “O novo pensamento no mundo”, concluímos estas notas de leitura, iniciadas na PO n.°12, de Novembro-Dezembro de 1987.